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FEEDBACK DO SEXO

Nos tempos modernos falar sobre sexo está ficando cada vez mais comum nas rodas de amigos, clubes da Luluzinha (encontro de amigas), redes sociais e até mesmo entre família. Assuntos que durante muitos anos foram considerados tabus, hoje ouve-se, comenta-se e busca-se cada vez mais informação, esta, diga-se de passagem uma aliada na busca constante pelo prazer mútuo.
Ao longo dos anos, fomos crescendo e desenvolvendo crenças, mitos e medos que nos causam bloqueios em relação a nossa sexualidade, a falta de cumplicidade e de intimidade do casal acabam atrapalhando na HORA H inibindo muitas vezes a realização de desejos e vontades oprimidas. Quando conversamos com nosso parceiro (a) sobre como, quando, onde, de que forma gostamos do sexo, tudo fica mais fácil. Este dialogo é fundamental para um bom entrosamento. Cada pessoa tem seus locais específicos de maior prazer, pontos de excitação e tipos de estímulos preferidos. Mas para cobrar é preciso primeiro saber quais sãos os seus.

MEMÓRIA SEXUAL: Nossos Órgãos tem memória (pênis, vagina, anus) , se em algum momento da sua vida você sentiu dor, incomodo, dor durante a relação, fez algo contra vontade, isto pode estar causando desconforto na hora do sexo, pois involuntariamente a sensação é transmitida para o órgão, bloqueando muitas vezes o prazer. O mais correto é buscar uma ajuda, tenha a iniciativa.

NÃO CRITIQUE: lembre-se de não fazer com os outros, aquilo que você também não gosta. Elogie, saliente as qualidades, quando nos sentimos envaidecidos temos uma melhor resposta sexual.

FOCO NA SOLUÇÃO: Ao invés de ficar reclamando, corra atrás da sua felicidade. Problemas como perda de ereção, falta de lubrificação, ausência de prazer, podem ter um fundo emocional, converse, foque na solução e NÃO no problema.

FEEDBACK: pergunte, questione, escute, entenda, observe, tudo com atenção que for lhe dito para a melhora do relacionamento. Mas se desarme, não veja como Críticas e sim como Conselhos para a melhora do seu prazer.

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EDUCAÇÃO SEXUAL

Você teve algum tipo de educação sexual?
Em casa? Na escola? Se sim, considere-se um privilegiado!
A maioria das pessoas inicia a vida sexual sem nenhum tipo de orientação. Na verdade, a maior parte das pessoas passa a vida toda sem ter acesso às mais básicas informações sobre sexo.
Contudo, quando pensamos em educação sexual, provavelmente nos referimos a orientações sobre sexo seguro, doenças sexualmente transmissíveis ou métodos contraceptivos. Alguém, alguma vez, te explicou como fazer sexo? Quais as diferentes maneiras, como ter prazer, como agradar o parceiro, o que é ou não é normal? Sejamos honestos… não é isso que a gente, de fato, quer saber sobre sexo? Não é isso que a gente, efetivamente, precisa saber?

Não desmerecendo o sexo seguro e o planejamento familiar, educação sexual precisa ser mais do que isso! No nosso espaço, uma parcela significativa do tratamento das queixas sexuais passa por educar as pessoas. Adultos! Que hoje tem dificuldades sexuais diversas porque não tiveram acesso a educação sexual de qualidade. Foram estabelecendo crenças distorcidas sobre sexo baseadas no que ouviram falar ou encontraram em filmes e livros de ficção. E, a partir disso, foram criando um repertório de comportamentos sexuais, a ser moldado na prática, por tentativa e erro. Não tinha mesmo como dar certo!
Você pode estar pensando que sempre foi assim, que as coisas acabam se acertando na prática… mas devo te dizer que poucas frases são mais verdadeiras do que “todo mundo tem problemas sexuais”. Não que todas as pessoas tenham disfunções sexuais, mas a maior parte delas tem questões relacionadas à sexualidade, que desapareceriam rapidamente com um pouco de informação. E não se engane, achando que a enorme oferta de conteúdo sexual a que temos acesso hoje configura informação de qualidade. Muito pelo contrário.
Além disso, essa falta de preparação do indivíduo para a vida sexual é tipicamente ocidental. Em muitas culturas, conhecimentos sobre práticas sexuais e prazer são transmitidas no seio da família e até por escrituras sagradas. Entretanto, a nossa sociedade acaba caindo no ciclo vicioso em que, mesmo aqueles que acreditam ser importante ensinar, muitas vezes não sabem com fazê-lo. Até os profissionais da área, preferem se manter falando de temas menos áridos, como gravidez e camisinha. Incrivelmente, falar de prazer, ainda é tabu. Você consegue imaginar um pai ou uma mãe, ou o professor da escola, na puberdade, explicando para meninos e meninas como fazer para ter prazer sexual e como agradar seus parceiros? Por que não?

Quantos casamentos acabam por dificuldades sexuais nunca resolvidas? Quantas pessoas sofrem silenciosamente há anos, sem nunca compreender que poderiam ter uma vida sexual diferente? Quantos indivíduos se sentem inadequados, errados, culpados ao vivenciarem sua sexualidade por não saberem o que é normal? Os números não mentem: o consumo desenfreado de medicamentos para ereção por homens de todas as idades, o incrível número de acessos a sites de pornografia, o sucesso dos 50 tons de cinza, o enorme mercado de “tratamentos” e “soluções” fajutas para melhorar a vida sexual. Não resta dúvida de que as pessoas estão desamparadas nesse quesito. E muito interessadas em informação séria.
Precisamos apenas entender que é muito sério falar de prazer, de atração, desejo, orgasmo, excitação. É urgente que comecemos a educar nossos jovens e mesmo os adultos sobre como ter uma vida sexual plena, segura, prazerosa e saudável, lógico, cada um no seu tempo. Isso evitaria muitas frustrações futuras e pesquisas em sites pornográfico achando que sexo se baseia em praticas como os atores pornô sugerem.

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17 DÚVIDAS QUE TODO MUNDO TEM (OU JÁ TEVE) SOBRE SEX TOYS

 

Nas prateleiras das boutiques eróticas, ou nos sex shops, nos sites que comercializam produtos eróticos, a oferta é vasta. Há modelos de todos os tamanhos, cores, formatos, texturas e funções. Mas para obter o máximo prazer que um vibrador pode proporciona… –

1- O uso com frequência faz perder a sensibilidade?
Não, pelo contrário. O vibrador ajuda as pessoas –principalmente as mulheres– a conhecerem melhor o próprio corpo e a descobrirem áreas mais sensíveis ao prazer. Isso ajuda, e muito, tanto na masturbação quanto na relação a dois.

2- Quais são os principais tipos?
Em relação ao material, há versões feitas de silicone, que oferecem sensações realistas; de elastômero, duráveis, flexíveis e porosos; de “jelly” (espécie de gelatina), maleáveis e transparentes, mas de curta durabilidade; de “cyberskin”, com textura parecida à da pele, e de materiais rígidos, como vidro, metal, látex, plástico ou acrílico. Quanto aos modelos, há para vários gostos e necessidades. Os “bullets”, também chamados de balas, são pequenos, discretos e poderosos para seu tamanho. Há vibradores com estimulação clitoriana, à prova d’água, com acesso ao ponto G, outros que excitam o clitóris e a vagina ao mesmo tempo, alguns nos quais podem ser acoplados acessórios, indicados para a região anal etc. Os realísticos são os que mais imitam um pênis real com veias, curvas e alguns com escroto. Existem aparelhos com diferentes tipos de vibração e de intensidade. Há, inclusive, vibradores que brilham e que tocam músicas.

3- Há modelos exclusivos para homens?
Sim, com curvatura especial para estimular a próstata e vibradores e plugues anais. Segundo especialistas, os homens heterossexuais costumam gostar bastante dos anéis penianos com vibrador, especialmente um que possui dois pontos de vibração, em cima, para estimular o clitóris da parceira, e a cápsula vibratória de baixo, que estimula a próstata. Outro vibrador usado por casais e que faz sucesso com o público masculino é o We-Vibe Duo, que tem formato em U e vibra nas duas extremidades: uma estimula o clitóris e a outra é introduzida na vagina, permitindo que o homem penetre a parceira ao mesmo tempo. O homem também sente a vibração e ambos conseguem sentir prazer com esse “sex toy”.

4- Quanto maior, melhor?
Não. Um objeto pequeno pode ser muito eficiente e potente. O que importa no vibrador é a intensidade de vibração que o mesmo oferece e o material com que ele é feito.

5- O que levar em consideração ao escolher o primeiro?
Depende dos desejos, da fantasia… No entanto, sempre é melhor ir a uma loja especializada, onde a consultora ali especializada poderá explicar como funciona cada objeto. No caso das mulheres, como a grande maioria só atinge o orgasmo se houver estimulação clitoriana, é melhor começar com um estimulador de clitóris em vez de investir em um vibrador penetrador. Mas nada impede começar com um modelo potente e realístico.

6- É preciso higienizar antes e depois de usar? Qual a maneira ideal?
Sim. Sempre limpe o aparelho com sabão neutro e água morna, com o cuidado de evitar umidade no compartimento da bateria e nos controles. Se tiver uma capa removível, retire-a e lave a peça separadamente. Seque tudo usando um pano sem fiapos –nunca use toalhas de papel, pois pode deixar pedaços no vibrador. Caso você o tenha higienizado após o último uso e guardado em lugar limpo, envolto em um pano, pode usá-lo sem medo, mas, se ficou guardado muito tempo e sem o devido cuidado, é preciso limpá-lo antes de usar. Existem também produtos de limpeza próprios.

7- Há algum risco se a pessoa não higienizar o aparelho?
Sim, de contrair infecções, pois o vibrador pode estar contaminado com bactérias ou fungos.

8- Vibradores podem dar choque ou causar algum tipo de machucado?
Atualmente os vibradores utilizam pilhas ou baterias cuja voltagem é muita baixa e, por essa razão, o risco de choque é muito raro. Além disso, são revestidos por borracha ou outros materiais do gênero. Machucados podem acontecer não por conta do vibrador em si, mas pela forma com que é utilizado –sem relaxar ou sem lubrificação, por exemplo.

9- Provocam alergia?
Ninguém está livre de ter alergias. É importante observar a procedência do produto adquirido e se o mesmo possui algum tipo de comprovante que ateste sua qualidade, como registro da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Pessoas alérgicas à látex devem usar preferencialmente os vibradores de silicone.

10- Pode-se usar uma escova de dentes elétrica no lugar do vibrador?
De jeito nenhum. Muitos são os riscos de se introduzir na região íntima objetos que não foram feitos para esse uso. Especialistas comentam que é comum receber no setor de emergência dos hospitais pacientes desesperados por conta de itens quebrados ou perdidos dentro do corpo. Se o interesse da pessoa é sentir a vibração por meio da introdução de objetos no ânus ou na vagina, o mais indicado são mesmo os produtos específicos comercializados por sex shops.

11- O uso de lubrificante torna a prática mais agradável?
Com certeza. Menos fricção faz a experiência mais agradável e facilita a percepção corporal das sensações.

12- Há o risco de o vibrador ser sugado pela vagina ou pelo ânus?
Pela vagina é mais difícil e menos grave, por ser uma região com “fundo cego”, ou seja, é uma cavidade fechada, diferentemente do reto. O ideal é usar no ânus vibradores apropriados para essa área, pois costumam ter uma base de segurança mais larga, alça ou dispositivo que evita que sejam sugados para dentro do corpo.

13- Pode ser emprestado?
Não, pois é um objeto íntimo e não deve ser compartilhado. Ao fazê-lo você corre o risco de adquirir DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) ou outra infecção qualquer. Caso o vibrador for utilizado por mais de uma pessoa, deve ser usado com preservativo.

14- Quando o uso de preservativo é recomendado?
Se a pessoa quiser colocar o mesmo objeto no ânus e na vagina sequencialmente deve se proteger colocando camisinha no vibrador. Isso evita a transmissão de micro-organismos que habitam a flora anal para a vagina e vice-versa. Se o material usado para revestir o vibrador contiver ftalatos, substâncias cancerígenas, também é recomendado o uso de preservativo. E adotá-lo aumenta a vida útil do brinquedo, o que, no entanto, não dispensa a higienização correta.

15- Pode dar mesmo prazer como em uma relação com uma pessoa real?
Sim, claro! É importante lembrar que em toda a atividade sexual o corpo e principalmente a mente estão envolvidos. Na maioria dos casos, a relação sexual se inicia na mente.

16- Há benefícios à saúde?
Ao explorar mais a própria sexualidade, cada um poderá entendê-la e partilhá-la melhor com o par, o que promove um relacionamento mais sadio e cúmplice. Outro benefício diz respeito à autoestima. Ao se conhecer mais e compreender como sente prazer, a pessoa passa a se gostar mais. E, segundo Mary Jane Minkin, professora obstétrica, ginecologista e de ciências reprodutivas da Universidade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, o uso frequente do vibrador aumenta o fluxo sanguíneo e a lubrificação da vagina, diminuindo a atrofia vaginal e outros sintomas típicos da menopausa. Ele pode ser também aliado a exercícios pélvicos –orientados por fisioterapeuta especializado– para promover o fortalecimento muscular e a coordenação motora.

17- Em que circunstâncias a pessoa não deve usar?
Quando há desconforto ou dor, infecção ou inflamação na região pélvica, é recomendável não utilizar vibrador e nenhum outro produto erótico. Se a pessoa tiver machucados na região anal, como hemorroidas, deve consultar um médico. E está vetado seu uso nos mesmos casos em que estão contraindicadas as relações sexuais na gestação: ameaça de aborto, placenta prévia (placenta baixa), trabalho de parto prematuro ou risco do mesmo e contrações frequentes.

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PRODUTOS ERÓTICOS PODEM SALVAR CASAMENTOS

Sabe quando chega naquele papo de que sexo enjoa? Muito bem, é nessa hora que as mudanças têm que acontecer na cama para que o relacionamento não se desgaste e o pior não aconteça: procurar sexo com outro parceiro.

Vivemos numa era de liberdade de ação e de expressão, então que venha também a liberdade de transar da maneira que lhe dê tesão e com objetos que deixam qualquer recalcado (a) delirando de muito prazer. O sex shop é uma ótima vitrine para instigar as fantasias mais ousadas, ajudando a torná-las reais dentro de quatro paredes.
Os apetrechos vão desde gel que causam choque térmico – quem provou, super aprovou –, passam pelos lubrificantes – para uma transa mais caliente – e passeiam pelos brinquedinhos que estimulam os órgãos genitais masculino e feminino ao mesmo tempo, durante a penetração. Cordas, algemas, essências, óleos aromáticos, jogos eróticos são outros itens que podem mudar o rumo de uma relação desgastada e ajudar a recuperar o brilho perdido ao longo dos anos .
Para os envergonhados, existem as compras online. Dessa forma dá pra conhecer o lado bom de uma transa com brinquedinhos e garantir o anonimato.Inovar no sexo pode ser o que faltava para a reavivar relação, então, que tal tentar? Pode ser um prazer!