Posted on

IDENTIDADE SEXUAL

Quem você é sexualmente? Quais suas crenças, preferências, fantasias, inseguranças, medos, boas e más lembranças? Que coisas você aprendeu ao longo de sua vida sexual? O que você espera do seu parceiro sexualmente? Onde se esconde o seu desejo? Quais seus limites? Você já teve coragem de fazer essas perguntas a si mesmo? E a seu parceiro?

Quando conhecemos alguém, os primeiros encontros costumam ser repletos de perguntas, revelações, histórias e descobertas. Precisamos nos apresentar e saber o máximo sobre o outro. Os parceiros precisam se conhecer. Vida, trabalho, família, amigos, infância, escola, preferências… qualquer coisa é assunto das interações iniciais de um casal. Se tudo funciona bem nessa fase, em breve estarão na cama.

É comum estarmos na cama com alguém de quem sabemos o máximo de coisas que foi possível compartilhar nos momentos que antecederam o sexo. Entretanto, antes de dividir a cama com alguém, raramente sabemos muito sobre a identidade sexual dessa pessoa. Na realidade, muitas vezes, mesmo depois de muitos encontros, ou até mesmo de anos de casamento, frequentemente não sabemos tanto sobre o sexo do outro quanto sabemos sobre os demais assuntos.

A questão aqui é: se frequentemente não falamos sobre sexo, como saber? E se não sabemos, como a vida sexual poderá ser satisfatória? Imagino que você já deva estar pensando que sexo é algo que a gente “simplesmente sabe”, ou de que “não temos necessidade de falar”, ou mesmo de que “é melhor não saber”. Nesse momento, faço aqui um convite à reflexão. Por quê? Por que nos interessamos e nos esforçamos para compartilhar e participar de todos os aspectos da vida do outro, menos do sexo?

Imagine como seria difícil os casais conseguirem fazer algo tão prosaico quanto sair para jantar se as preferências gastronômicas do outro fossem tabu… algo sobre o que não se pode perguntar, “melhor não saber”? Ou se fosse constrangedor mencionar que tipo de filme a pessoa gosta de assistir, quais já assistiu, se prefere com ou sem pipoca… Convidar alguém para ir ao cinema seria bem mais complicado do que costuma ser.

Pois é exatamente isso que os casais costumam fazer com o sexo. Um convite sexual no escuro pode ser como levar alguém para jantar sem saber o que o outro gosta de comer, se tem alergias, se já esteve naquele restaurante ou mesmo se está com fome. Tabu. E durante o programa, como saber se está sendo agradável para ambos? Não se pode elogiar diretamente a comida e, ainda que algo desagrade, a expressão deve ser sempre ambígua, protocolar. Ninguém se sentiria confortável em fazer ou aceitar um convite desse, não é mesmo? Principalmente se do sucesso desse momento dependesse a continuação do relacionamento e a felicidade do casal.

Falar de sexo hoje em dia é fácil para a maioria das pessoas. Falar da sexualidade, porém, ainda costuma ser um desafio. Abrir o baú da própria sexualidade para o parceiro, para muitos casais, parece missão impossível, inimaginável, constrangedor. Se falar da vida sexual é tabu, resta entre o casal um abismo que acaba sendo preenchido por especulações, angústias e falhas de comunicação. Quando não sabemos, imaginamos. Normalmente, com módicas taxas de acerto. Temos, assim, um prato cheio para os desajustes sexuais e os conflitos de casal.

Posted on

FEEDBACK DO SEXO

Nos tempos modernos falar sobre sexo está ficando cada vez mais comum nas rodas de amigos, clubes da Luluzinha (encontro de amigas), redes sociais e até mesmo entre família. Assuntos que durante muitos anos foram considerados tabus, hoje ouve-se, comenta-se e busca-se cada vez mais informação, esta, diga-se de passagem uma aliada na busca constante pelo prazer mútuo.
Ao longo dos anos, fomos crescendo e desenvolvendo crenças, mitos e medos que nos causam bloqueios em relação a nossa sexualidade, a falta de cumplicidade e de intimidade do casal acabam atrapalhando na HORA H inibindo muitas vezes a realização de desejos e vontades oprimidas. Quando conversamos com nosso parceiro (a) sobre como, quando, onde, de que forma gostamos do sexo, tudo fica mais fácil. Este dialogo é fundamental para um bom entrosamento. Cada pessoa tem seus locais específicos de maior prazer, pontos de excitação e tipos de estímulos preferidos. Mas para cobrar é preciso primeiro saber quais sãos os seus.

MEMÓRIA SEXUAL: Nossos Órgãos tem memória (pênis, vagina, anus) , se em algum momento da sua vida você sentiu dor, incomodo, dor durante a relação, fez algo contra vontade, isto pode estar causando desconforto na hora do sexo, pois involuntariamente a sensação é transmitida para o órgão, bloqueando muitas vezes o prazer. O mais correto é buscar uma ajuda, tenha a iniciativa.

NÃO CRITIQUE: lembre-se de não fazer com os outros, aquilo que você também não gosta. Elogie, saliente as qualidades, quando nos sentimos envaidecidos temos uma melhor resposta sexual.

FOCO NA SOLUÇÃO: Ao invés de ficar reclamando, corra atrás da sua felicidade. Problemas como perda de ereção, falta de lubrificação, ausência de prazer, podem ter um fundo emocional, converse, foque na solução e NÃO no problema.

FEEDBACK: pergunte, questione, escute, entenda, observe, tudo com atenção que for lhe dito para a melhora do relacionamento. Mas se desarme, não veja como Críticas e sim como Conselhos para a melhora do seu prazer.

Posted on

EDUCAÇÃO SEXUAL

Você teve algum tipo de educação sexual?
Em casa? Na escola? Se sim, considere-se um privilegiado!
A maioria das pessoas inicia a vida sexual sem nenhum tipo de orientação. Na verdade, a maior parte das pessoas passa a vida toda sem ter acesso às mais básicas informações sobre sexo.
Contudo, quando pensamos em educação sexual, provavelmente nos referimos a orientações sobre sexo seguro, doenças sexualmente transmissíveis ou métodos contraceptivos. Alguém, alguma vez, te explicou como fazer sexo? Quais as diferentes maneiras, como ter prazer, como agradar o parceiro, o que é ou não é normal? Sejamos honestos… não é isso que a gente, de fato, quer saber sobre sexo? Não é isso que a gente, efetivamente, precisa saber?

Não desmerecendo o sexo seguro e o planejamento familiar, educação sexual precisa ser mais do que isso! No nosso espaço, uma parcela significativa do tratamento das queixas sexuais passa por educar as pessoas. Adultos! Que hoje tem dificuldades sexuais diversas porque não tiveram acesso a educação sexual de qualidade. Foram estabelecendo crenças distorcidas sobre sexo baseadas no que ouviram falar ou encontraram em filmes e livros de ficção. E, a partir disso, foram criando um repertório de comportamentos sexuais, a ser moldado na prática, por tentativa e erro. Não tinha mesmo como dar certo!
Você pode estar pensando que sempre foi assim, que as coisas acabam se acertando na prática… mas devo te dizer que poucas frases são mais verdadeiras do que “todo mundo tem problemas sexuais”. Não que todas as pessoas tenham disfunções sexuais, mas a maior parte delas tem questões relacionadas à sexualidade, que desapareceriam rapidamente com um pouco de informação. E não se engane, achando que a enorme oferta de conteúdo sexual a que temos acesso hoje configura informação de qualidade. Muito pelo contrário.
Além disso, essa falta de preparação do indivíduo para a vida sexual é tipicamente ocidental. Em muitas culturas, conhecimentos sobre práticas sexuais e prazer são transmitidas no seio da família e até por escrituras sagradas. Entretanto, a nossa sociedade acaba caindo no ciclo vicioso em que, mesmo aqueles que acreditam ser importante ensinar, muitas vezes não sabem com fazê-lo. Até os profissionais da área, preferem se manter falando de temas menos áridos, como gravidez e camisinha. Incrivelmente, falar de prazer, ainda é tabu. Você consegue imaginar um pai ou uma mãe, ou o professor da escola, na puberdade, explicando para meninos e meninas como fazer para ter prazer sexual e como agradar seus parceiros? Por que não?

Quantos casamentos acabam por dificuldades sexuais nunca resolvidas? Quantas pessoas sofrem silenciosamente há anos, sem nunca compreender que poderiam ter uma vida sexual diferente? Quantos indivíduos se sentem inadequados, errados, culpados ao vivenciarem sua sexualidade por não saberem o que é normal? Os números não mentem: o consumo desenfreado de medicamentos para ereção por homens de todas as idades, o incrível número de acessos a sites de pornografia, o sucesso dos 50 tons de cinza, o enorme mercado de “tratamentos” e “soluções” fajutas para melhorar a vida sexual. Não resta dúvida de que as pessoas estão desamparadas nesse quesito. E muito interessadas em informação séria.
Precisamos apenas entender que é muito sério falar de prazer, de atração, desejo, orgasmo, excitação. É urgente que comecemos a educar nossos jovens e mesmo os adultos sobre como ter uma vida sexual plena, segura, prazerosa e saudável, lógico, cada um no seu tempo. Isso evitaria muitas frustrações futuras e pesquisas em sites pornográfico achando que sexo se baseia em praticas como os atores pornô sugerem.

Posted on

POMPOARISMO MASCULINO

Falamos aqui sempre sobre a prática do Pompoarismo, e quais os benefícios que proporciona na vida da mulher e consequente na vida casada. Mas o que vamos falar agora é dos benefícios do pompoarismo na prática masculina.
Sim!!!
Os homens também precisam da pratica em dia também…

O exercício é prático, seguro e leva a resultados excelentes que provavelmente todos os homens gostariam de obter, mas simplesmente não conhecem uma técnica que os leve a isso. Por isso, a técnica de musculação íntima é bastante eficiente, e exige muito menos esforço do que você poderia imaginar. Com alguns minutos de treino por dia, muitas melhoras na performance sexual e na qualidade de vida podem ser obtidos.
Os exercícios são utilizados apenas através do estímulo da musculatura, e não há nenhum fator com o qual se preocupar. Esqueça a ideia de pompoarismo como algo feminino e entenda todos os benefícios que essa prática pode gerar para sua vida sexual e cotidiana.

Quais os benefícios do pompoarismo masculino?
São diversos os benefícios da prática de forma rotineira na vida de um homem. Em primeiro lugar, percebe-se uma melhora no desempenho sexual. Ela acontece em função do fortalecimento dos músculos pélvicos e da melhoria na circulação, o que aumenta os efeitos da ereção.
Além disso, os exercícios garantem um maior controle da região, incluindo no que diz respeito aos estímulos e ao momento da ejaculação. Um homem que pratica o pompoarismo masculino tende a sofrer muito menos com ejaculação precoce do que outros.
A prática também favorece o controle de outras atividades, como a própria atenção à respiração e ao auto-conhecimento corporal. Podem parecer fatores pequenos, mas são absolutamente importantes para o desenvolvimento de mais qualidade de vida.

Como começar a praticar o pompoarismo masculino?
Em primeiro lugar, deve-se começar pela respiração adequada durante toda a prática. Para isso, é importante inspirar profundamente pelo nariz. Faça isso com os músculos do abdômen relaxado, sem estufar o peito, mas a barriga, ao inspirar. Exale lentamente, ainda pelo nariz, certificando-se de que os movimentos estão sempre concentrados no abdômen.
Essa percepção é essencial para o controle corporal. Ela permite que o diafragma controle seja o responsável pela respiração, o que faz com que o organismo funcione corretamente, sem atrapalhar os músculos a serem trabalhados durante o exercício.
Os músculos alvo do pompoarismo masculino são os músculos pubiococcígeos, ou músculos PC. Eles estão localizados entre o pênis masculinos e o ânus, e são os mesmos músculos utilizado, por exemplo, para interromper o fluxo de urina quando você está no banheiro.
O primeiro exercício consiste em simular justamente essa interrupção da urina quando se está no banheiro. Para certificar-se de que o está realizando corretamente, faça isso quando, de fato, estiver urinando, mas detalhe, interrompa a urina APENAS 1 VEZ, para ver se é exatamente o que espera, não faça os exercícios no ato de urinar, muito menos com a bexiga cheia. Pratique o exercício ao menos uma vez por dia até sentir-se confiante no controle dos músculos PC.
Uma vez que sentir-se confortável com o procedimento, pode passar ao segundo exercício, que consiste em realizar estas mesmas contrações, preferencialmente deitado ou sentado, de dez a trinta vezes, em movimentos curtos, mas controlados. O pênis deve mexer-se, em alguns casos, como em um espasmo. Isso é normal e não deve gerar preocupações.
Evite contrair as nádegas, focando-se apenas na movimentação dos músculos PC. Este é um exercício de nível iniciante no pompoarismo masculino, mas é a base de todo o desenvolvimento da região, e é essencial para começar a obter todos os benefícios que a prática pode garantir a um homem.
Mais exercícios você encontra nas dicas de nossa consultora íntima Arieli Faber Penteado em nossa Boutique Pimenta Caiena, ou através do email contato@boutiquepimentacaiena.com.br ou pelo whats (19) 98276-3909.

Posted on

VAMOS FALAR DO TÃO FAMOSO “CHUPITAR”

Vamos falar do tão famoso CHUPITAR, que sempre falamos em nossos cursos.

Além de uma pratica quentíssima é muito importante para a saúde feminina.

E ai já pensou no que pode ser chupitar?
Se você arriscou a pensar em algo relacionado a “chupar”, acertou. Mas não tem nada a ver com lábios ou língua, não: chupitar é uma das estratégias do pompoarismo e consiste em um movimento que imita o sexo oral, só que feito com a vagina. O melhor é que o prazer é incrível tanto para o homem quanto para a mulher.

Questão de treino
Cada mulher leva um tempo até conseguir realizar o ato de chupitar. Geralmente, quanto mais jovem, mais forte é a musculatura e, por isso, menos tempo de exercícios será necessário. Porém, isso não quer dizer que as maduras não vão conseguir. E o mais interessante é que em cerca de dois meses, é possível aplicar o aprendizado no pênis do parceiro.

Uma semana de exercícios
É fundamental praticar uma semana de exercícios específicos de contração, sempre imaginando que está segurando xixi (mas nunca no ato de urinar).
-1° DIA: faça duas séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de um minuto.
-2° DIA: faça três séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 55 segundos.
-3° DIA: faça quatro séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 50 segundos.
-4° DIA: faça cinco séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 45 segundos.
-5° DIA: faça seis séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 40 segundos.
-6° DIA: faça sete séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 35 segundos.
-7° DIA: faça oito séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 30 segundos.

Lembrando que esse é o exercício para a primeira semana, para mais informações dos outros exercícios venha bater um papo com a nossa Consultora em nosso espaço… E já garantimos, você não irá se arrepender…

Teste sua força
Com a vagina “malhada”, é hora de testar sua força introduzindo o dedo médio e checando o poder das contrações. “Para isso, tente contrair também os músculos do abdome, como se o seu umbigo estivesse entrando no seu corpo. Depois relaxe os músculos.

Hora de gastar um pouquinho na nossa Boutique Pimenta Caiena
Você também pode colocar só a parte inicial de um vibrador simples (no formato de um batom) e tentar sugá-lo e expulsá-lo. Outra dica: são as bolas Ben-wa, duas ou mais bolas ligadas por um cordão de silicone. Ao introduzi-las na vagina, a mulher também pode exercitar o assoalho pélvico sugando e expulsando as bolas.

Cuidado com o parceiro
Ponto importante: os treinos iniciantes sempre devem ser feitos em um vibrador e nunca no pênis do parceiro, pois isso pode machucá-lo.

A dois
Para praticar a dois, a posição ideal é com o homem deitado de de barriga para cima e a mulher sentada por cima. Desse modo, ela consegue observar a reação do parceiro.
A percepção é mais acentuada num momento de menos barulho.

Todo mundo ganha
Depois do treino, o chupitar é simples. Pense na ação de uma criança sugando uma chupeta: é esse o movimento que você deve fazer com a vagina no pênis do par. Para ele, a sensação vai ser de um sexo oral turbinado. Em vez da sua boca, a umidade da vagina e as contrações vão potencializar o tesão, coisa que não se vê constantemente. .Já as experts em pompoarismo relatam que dá para sentir o pênis por completo, de uma maneira mais amplificada

Posted on

DICAS PRO SEXO ORAL NA MULHER

Todo mundo sabe que as mulheres demoram mais para chegar ao orgasmo do que os homens, mas quando recebemos sexo oral, o prazer chega de modo muito mais fácil. O problema é que muitos homens acham que dominam essa técnica, quando na verdade não sabem o que estão fazendo, e o que era para ser um momento de prazer, acaba se transformando em frustração. Por isso, hoje eu trouxe dicas de como fazer sexo oral na mulher que podem ajudar você e seu parceiro a desfrutar plenamente dessa prática.
Uma pesquisa realizada em 2014 no estado de São Paulo pela empresa Sex Wipes revelou que 43% dos homens não realiza sexo oral na companheira com frequência. Dos que afirmaram realizar a modalidade com frequência, mais de um terço (35%) revelou sentir nojo durante a prática. Para piorar a situação, as mulheres também não se sentem a vontade para pedir que eles façam nelas. No final das contas, a maioria realmente precisa aprender como fazer sexo oral na mulher.
No texto de hoje, vamos abordar os seguintes tópicos:
– Dicas de como fazer sexo oral na mulher
– O resultado nem sempre é o esperado
– Dicas de como fazer sexo oral na mulher
Posição
Antes de tudo, o homem deve encontrar uma posição cômoda para que não fique muito cansado. Para que uma mulher tenha um orgasmo, é necessário estimulação constante, ritmo, movimentos com a língua… Ou seja, isso toma tempo. Se ele estiver em uma posição incômoda, pode ficar com dor e interromper o movimento.
Elogios
Um elogio sincero pode fazer toda a diferença. Mas o que isso tem a ver com como fazer sexo oral na mulher? Tudo! Muitas mulheres são tímidas com seu corpo e algumas podem ter vergonha da aparência da sua vagina (culpa dos famosos filmes pornôs). Ainda que a mulher seja a mais atrativa do mundo, ela precisa estar segura do seu próprio corpo. Um elogio nessa hora ajuda, e muito!
Reações
Os homens são pessoas de uma só tarefa. É bem provável que ao se concentrar em como fazer sexo oral na mulher, o mundo se resuma ao que está acontecendo entre as pernas das mulheres e isso não pode acontecer. É preciso observar os nossos gestos e movimentos para saber se estamos gostando do que ele está fazendo, afinal, o nosso corpo dá dicas, não é?
Combinação de línguas e dedos
O nome é sexo oral, mas não é por isso que o homem deverá usar somente a boca. Os dedos podem ser um aliado nessa hora e os homens podem usá-los para estimular, de forma suave, o clitóris. Uma combinação de lambidas, sucção e penetração com os dedos é uma combinação perfeita de como fazer sexo oral na mulher e sem dúvida fará com que ela desfrute ao máximo o momento.
Sem nojo
Se o homem tomou a iniciativa de fazer sexo oral ou aceitou cair literalmente de boca, não pode ficar de mimimi. Alguns homens adoram receber sexo oral, mas têm nojo de fazer o mesmo com a mulher. Se for para fazer de má vontade, é melhor nem começar, porque não há nada mais broxante que um homem com cara de desagrado.
Sem pressa
Lamber e fazer penetrações com a língua de forma apressada faz parecer que o homem quer que tudo acabe rapidamente. As mulheres não funcionam dessa maneira, nós precisamos de tempo e gostamos de desfrutar das sensações que antecedem o orgasmo. Por isso, é necessário muita paciência, o homem pode explorar com a boca os pontos mais sensíveis da vagina e pode utilizar as mãos para estimular outras zonas erógenas como o abdômen, glúteos e seios. Comece devagar, assim o prazer virá gradualmente e sem machucar.
Contato visual
O homem pode escolher alguma posição em que consiga olhar a mulher nos olhos, assim pode manter um contato visual durante o sexo oral. Isso excita e dá a sensação de que ele também está desfrutando do que está acontecendo e não apenas fazendo algo para agradar a parceira.
Criatividade
Na hora H, o homem pode usar gelo para dar uma modificada na temperatura, misturando o frio e o quente do corpo da mulher.
Uma outra dica é usar lâminas de sabor, que deixam uma sensação de gelado na boca e pode ser prazeroso tanto para o homem como para a mulher.
Suavidade
Na hora de usar a boca para estimulação, tudo deve ser feito de forma gentil. Comece com beijos suaves na vulva de forma lenta e com pouca pressão. Então, pode estimular o clitóris com os lábios e chupá-lo suavemente, mas deve ter cuidado para não morder! A língua é um músculo muito forte e se exercer muita pressão, pode estimular com muita força o clitóris da parceira .
Na hora do sexo oral, a língua deve estar relaxada, como se estivesse comendo um sorvete.
Ritmo
A maioria das mulheres sentem mais prazer com uma pressão firme e movimentos repetitivos no clitóris. Mas as vezes, é difícil encontrar o tipo, a pressão e o ritmo da estimulação que as mulheres necessitam. O ideal é perguntar e deixar e, em alguns casos, deixar que ele tome o controle, indicando as melhores direções.
Exploração
O homem não pode se prender apenas ao clitóris. Apesar dele ser essencial ao orgasmo, a vagina é uma grande fonte de exploração e o parceiro pode brincar um pouco nessa região. Aliás, o corpo todo pode ser uma grande fonte de prazer. Algumas mulheres também gostam que os parceiros acariciem seu ânus durante o sexo oral e inclusive ponham um pouco de pressão nele.
O resultado nem sempre é o esperado
O clitóris responde bem aos estímulos conhecidos, porém as reações nem sempre são as esperadas. Por isso, a prática leva a perfeição. As vezes acontece da mulher não ter um orgasmo na primeira vez que o casal faz sexo oral e isso é muito comum. Não existem fórmulas mágicas, o que funciona para uma mulher pode não funcionar para outra. Os dois precisam ir com calma e conversar para saber o que os dois mais gostam, de modo que desfrutem da experiência juntos.

Posted on

A DIFICULDADE OU AUSÊNCIA DE EJACULAÇÃO

Sim, a dificuldade ou ausência completa da ejaculação, chamada de Anejaculação, pode ocorrer em homens. Nestes casos estará preservada a sensação do orgasmo, mas ele não ejacula.
Atinge frequentemente homens jovens, e nestes casos pode comprometer a vida sexual do homem e do casal.

Esta alteração é mais comum em homens jovens que costumam apresentar insegurança sexual, já nos mais velhos pode ocorrer nos que realizaram a cirurgia para retirada da próstata, a prostatectomia.
Os principais fatores para ocorrer a anejaculação são:

1- Fatores emocionais, como não ejacular para não provocar uma gravidez;
2- Insegurança, estresse e ansiedade;
3- Medicamentos, alterações hormonais, lesões do nervo da medula ou de nervos periféricos;
4- Uso excessivo de drogas, outros.

Alguns homens adquirem disfunção na ereção devido a ausência de ejaculação, pois sentem que faltou algo e que estão com problemas sexuais.
O nervosismo e preocupação com esta alteração também podem afetar o orgasmo e frequência sexual.
O homem deve buscar ajuda com médico urologista para diagnosticar a causa, conversar com sua parceria e realizar outros tratamentos necessários.

Tratamento

O tratamento para a dificuldade ou ausência da ejaculação vai depender de alguns fatores, como a causa, a saúde geral do homem, idade e estado emocional. Já nos casos que surgiram após cirurgia de próstata não há tratamento.

A parceria tem um papel muito importante nestes casos, pois precisa compreender o que está acontecendo, quais as possíveis causas e ajudar no tratamento, quando há.
Algumas dicas para a parceria ajudar o homem com esta queixa:

· Incentivar o homem a procurar tratamento médico com o urologista para diagnosticar a disfunção na ejaculação e descobrir a causa.
· Compreender que o orgasmo e desejo podem continuar normalmente, a única alteração está na ejaculação;
· Dialogar sobre a vida sexual dele, sua e do casal;
· Indicar tratamento com psicólogo e fisioterapeuta quando necessário, visto que afeta o emocional e aspectos físicos do períneo;
· Inovar a vida sexual, usar de criatividade e produtos sensuais com dicas de um profissional capacitado.

Quando o homem apresenta esta queixa deverá diagnosticar a causa e realizar mudanças na vida sexual, como ter diálogo com a parceria, inovar nas práticas sexuais e ter consciência que não ejacular não interfere na masculinidade e prazer do homem.

O casal precisa realizar preliminares com toques e beijos pelo corpo todo sem pressa de finalizar a prática sexual.
Produtos sensuais que ajudam nas preliminares

Boutique Amor e Sexo disponibiliza vários produtos para a melhora da saúde sexual e dos estímulos prazerosos durante as preliminares, segue alguns:

1- Geis que promovem a excitação masculina, e contribuem no aumento da circulação peniana e ereção;

2- Massageador Terapêutico Peridell que contribui na melhora dos músculos íntimos;

3- Bomba peniana que estimula a circulação peniana;

4- Óleo para massagem sensual e íntima;

5- Geis que mudam a temperatura e proporcionam prazer durante o sexo oral;

6- Geis que vibram, estes proporcionam excitação e vibração no pênis.

O orgasmo é o prazer máximo que o homem sente após ter uma prática sexual prazerosa e satisfatória, e não está associado a ejaculação.

O homem necessita realizar práticas sexuais envolvido emocionalmente e fisicamente para ser feliz no sexo, por isto a compreensão do que apresenta é fundamental para sua segurança e autoestima

Posted on

SEDUÇÃO PARA MULHERES MODERNAS

Geralmente a mulher acha que precisa exagerar para seduzir, se fantasiar ou coisa parecida, isso a deixa incomodada, pois não combina com o que ela é como profissional ou até mesmo como mulher.
A sedução deve ser levada para o dia a dia e não apenas na hora do sexo. Toda mulher é sedutora a sua maneira, cada mulher é única.
O primeiro passo para a sedução é sua auto estima, ela tem que estar elevada, no qual sequentemente a fará ter confiança em você própria e no seu potencial.
Estar bem consigo mesma é fator primordial, estar bem no trabalho e no dia a dia. Lógico, muitas vezes temos probleminhas a resolver, mas não devemos, em hipótese alguma deixar que os mesmos influenciam em nossa vida.
O segundo passo é se conhecer como mulher, sexualmente falando, conhecer seus gostos e limites. Saber o que lhe dará prazer e passar as dicas de como gostaria de ser tratada para o parceiro.
O terceiro passo é saber distinguir sedução de vulgaridade… O misterioso e sexy causa instigação, já o vulgar não.
Para seduzir na cama, basta saber o que quer, o que gosta e usar roupas que te valorizam… Obviamente que existe muitos gostos que vão do básico ao exorbitante na hora do sexo, o que vale é saber o gosto do casal e colocar em prática… Se o gosto for básico, uma produção suave é válido, uma maquiagem suave, uma lingerie com rendas, uma deliciosa massagem seguido de uma masturbação causa muito prazer, gemidos não tão exagerados, mas preliminares sempre.
Para gostos mais ousados, temos o sadomasoquismo, fetiches mais complexos, fantasias em tecidos e um sexo mais selvagens… Mas o importante não é o tipo da transa e sim a qualidade e paixão intensa entre os envolvidos…

Posted on

17 DÚVIDAS QUE TODO MUNDO TEM (OU JÁ TEVE) SOBRE SEX TOYS

 

Nas prateleiras das boutiques eróticas, ou nos sex shops, nos sites que comercializam produtos eróticos, a oferta é vasta. Há modelos de todos os tamanhos, cores, formatos, texturas e funções. Mas para obter o máximo prazer que um vibrador pode proporciona… –

1- O uso com frequência faz perder a sensibilidade?
Não, pelo contrário. O vibrador ajuda as pessoas –principalmente as mulheres– a conhecerem melhor o próprio corpo e a descobrirem áreas mais sensíveis ao prazer. Isso ajuda, e muito, tanto na masturbação quanto na relação a dois.

2- Quais são os principais tipos?
Em relação ao material, há versões feitas de silicone, que oferecem sensações realistas; de elastômero, duráveis, flexíveis e porosos; de “jelly” (espécie de gelatina), maleáveis e transparentes, mas de curta durabilidade; de “cyberskin”, com textura parecida à da pele, e de materiais rígidos, como vidro, metal, látex, plástico ou acrílico. Quanto aos modelos, há para vários gostos e necessidades. Os “bullets”, também chamados de balas, são pequenos, discretos e poderosos para seu tamanho. Há vibradores com estimulação clitoriana, à prova d’água, com acesso ao ponto G, outros que excitam o clitóris e a vagina ao mesmo tempo, alguns nos quais podem ser acoplados acessórios, indicados para a região anal etc. Os realísticos são os que mais imitam um pênis real com veias, curvas e alguns com escroto. Existem aparelhos com diferentes tipos de vibração e de intensidade. Há, inclusive, vibradores que brilham e que tocam músicas.

3- Há modelos exclusivos para homens?
Sim, com curvatura especial para estimular a próstata e vibradores e plugues anais. Segundo especialistas, os homens heterossexuais costumam gostar bastante dos anéis penianos com vibrador, especialmente um que possui dois pontos de vibração, em cima, para estimular o clitóris da parceira, e a cápsula vibratória de baixo, que estimula a próstata. Outro vibrador usado por casais e que faz sucesso com o público masculino é o We-Vibe Duo, que tem formato em U e vibra nas duas extremidades: uma estimula o clitóris e a outra é introduzida na vagina, permitindo que o homem penetre a parceira ao mesmo tempo. O homem também sente a vibração e ambos conseguem sentir prazer com esse “sex toy”.

4- Quanto maior, melhor?
Não. Um objeto pequeno pode ser muito eficiente e potente. O que importa no vibrador é a intensidade de vibração que o mesmo oferece e o material com que ele é feito.

5- O que levar em consideração ao escolher o primeiro?
Depende dos desejos, da fantasia… No entanto, sempre é melhor ir a uma loja especializada, onde a consultora ali especializada poderá explicar como funciona cada objeto. No caso das mulheres, como a grande maioria só atinge o orgasmo se houver estimulação clitoriana, é melhor começar com um estimulador de clitóris em vez de investir em um vibrador penetrador. Mas nada impede começar com um modelo potente e realístico.

6- É preciso higienizar antes e depois de usar? Qual a maneira ideal?
Sim. Sempre limpe o aparelho com sabão neutro e água morna, com o cuidado de evitar umidade no compartimento da bateria e nos controles. Se tiver uma capa removível, retire-a e lave a peça separadamente. Seque tudo usando um pano sem fiapos –nunca use toalhas de papel, pois pode deixar pedaços no vibrador. Caso você o tenha higienizado após o último uso e guardado em lugar limpo, envolto em um pano, pode usá-lo sem medo, mas, se ficou guardado muito tempo e sem o devido cuidado, é preciso limpá-lo antes de usar. Existem também produtos de limpeza próprios.

7- Há algum risco se a pessoa não higienizar o aparelho?
Sim, de contrair infecções, pois o vibrador pode estar contaminado com bactérias ou fungos.

8- Vibradores podem dar choque ou causar algum tipo de machucado?
Atualmente os vibradores utilizam pilhas ou baterias cuja voltagem é muita baixa e, por essa razão, o risco de choque é muito raro. Além disso, são revestidos por borracha ou outros materiais do gênero. Machucados podem acontecer não por conta do vibrador em si, mas pela forma com que é utilizado –sem relaxar ou sem lubrificação, por exemplo.

9- Provocam alergia?
Ninguém está livre de ter alergias. É importante observar a procedência do produto adquirido e se o mesmo possui algum tipo de comprovante que ateste sua qualidade, como registro da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Pessoas alérgicas à látex devem usar preferencialmente os vibradores de silicone.

10- Pode-se usar uma escova de dentes elétrica no lugar do vibrador?
De jeito nenhum. Muitos são os riscos de se introduzir na região íntima objetos que não foram feitos para esse uso. Especialistas comentam que é comum receber no setor de emergência dos hospitais pacientes desesperados por conta de itens quebrados ou perdidos dentro do corpo. Se o interesse da pessoa é sentir a vibração por meio da introdução de objetos no ânus ou na vagina, o mais indicado são mesmo os produtos específicos comercializados por sex shops.

11- O uso de lubrificante torna a prática mais agradável?
Com certeza. Menos fricção faz a experiência mais agradável e facilita a percepção corporal das sensações.

12- Há o risco de o vibrador ser sugado pela vagina ou pelo ânus?
Pela vagina é mais difícil e menos grave, por ser uma região com “fundo cego”, ou seja, é uma cavidade fechada, diferentemente do reto. O ideal é usar no ânus vibradores apropriados para essa área, pois costumam ter uma base de segurança mais larga, alça ou dispositivo que evita que sejam sugados para dentro do corpo.

13- Pode ser emprestado?
Não, pois é um objeto íntimo e não deve ser compartilhado. Ao fazê-lo você corre o risco de adquirir DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) ou outra infecção qualquer. Caso o vibrador for utilizado por mais de uma pessoa, deve ser usado com preservativo.

14- Quando o uso de preservativo é recomendado?
Se a pessoa quiser colocar o mesmo objeto no ânus e na vagina sequencialmente deve se proteger colocando camisinha no vibrador. Isso evita a transmissão de micro-organismos que habitam a flora anal para a vagina e vice-versa. Se o material usado para revestir o vibrador contiver ftalatos, substâncias cancerígenas, também é recomendado o uso de preservativo. E adotá-lo aumenta a vida útil do brinquedo, o que, no entanto, não dispensa a higienização correta.

15- Pode dar mesmo prazer como em uma relação com uma pessoa real?
Sim, claro! É importante lembrar que em toda a atividade sexual o corpo e principalmente a mente estão envolvidos. Na maioria dos casos, a relação sexual se inicia na mente.

16- Há benefícios à saúde?
Ao explorar mais a própria sexualidade, cada um poderá entendê-la e partilhá-la melhor com o par, o que promove um relacionamento mais sadio e cúmplice. Outro benefício diz respeito à autoestima. Ao se conhecer mais e compreender como sente prazer, a pessoa passa a se gostar mais. E, segundo Mary Jane Minkin, professora obstétrica, ginecologista e de ciências reprodutivas da Universidade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, o uso frequente do vibrador aumenta o fluxo sanguíneo e a lubrificação da vagina, diminuindo a atrofia vaginal e outros sintomas típicos da menopausa. Ele pode ser também aliado a exercícios pélvicos –orientados por fisioterapeuta especializado– para promover o fortalecimento muscular e a coordenação motora.

17- Em que circunstâncias a pessoa não deve usar?
Quando há desconforto ou dor, infecção ou inflamação na região pélvica, é recomendável não utilizar vibrador e nenhum outro produto erótico. Se a pessoa tiver machucados na região anal, como hemorroidas, deve consultar um médico. E está vetado seu uso nos mesmos casos em que estão contraindicadas as relações sexuais na gestação: ameaça de aborto, placenta prévia (placenta baixa), trabalho de parto prematuro ou risco do mesmo e contrações frequentes.

Posted on

DOR DURANTE A RELAÇÃO

Dor durante a relação: como descobrir se o que você sente é grave?
Toda mulher já sentiu alguma vez na vida dor durante a relação sexual. Os motivos podem ser inúmeros, desde uma má lubrificação até problemas físicos ou psicológicos.
O importante em todo e qualquer caso é não “deixar para lá” e simplesmente continuar fazendo sexo sem procurar o motivo do seu desconforto. Afinal, sentir dor pode ser indício de algo que precisa de cuidados. Além disso, muitas vezes essa situação impede de a mulher sentir prazer e chegar ao orgasmo, diminuindo a qualidade de uma vida sexualmente plena e feliz.
Os ginecologistas convivem diariamente com diversas mulheres se queixando de dor durante a relação sexual. As reclamações vão desde fortes dores, que impedem a penetração, até leves incômodos, que fazem com que não se sinta prazer.
Dessa forma, o que era para ser um momento de felicidade, torna-se sempre um problema. Por incrível que pareça, muitas mulheres não buscam a origem dessa dor ou têm vergonha de falar sobre isso, colocando a “culpa” no formato de sua vagina ou achando que é algo passageiro, entre tantos outros motivos para não procurar ajuda. Vamos abordar:
– Quais são as causas da dor durante a relação sexual?
– O que fazer quando sentir dor durante o sexo?
– A ginástica íntima ajuda a minimizar o problema?
– Quais são as causas da dor durante a relação sexual?
Antes de mais nada, saiba que a dor durante a relação sexual é claramente um sinal de que algo não vai bem. Afinal, toda a musculatura da vagina é preparada para ter elasticidade, inclusive para a passagem de uma criança durante o parto. Portanto, não é normal sentir qualquer incômodo na hora do sexo, a não ser que algo vá errado ou você não esteja devidamente excitada e lubrificada. Aliás, a falta de excitação e lubrificação são algumas causas comuns de sentir dor ao fazer sexo.
O nome científico para esse problema é dispareunia. Diz respeito a qualquer dor que ocorra em relações sexuais, podendo acontecer durante a penetração e também antes ou depois. Mesmo que não seja frequente, esse tipo de dor é um alerta do corpo feminino e requer atenção. A mulher pode sentir dor na vagina, mas também na bexiga, área pélvica, uretra, ânus e toda essa região.
” O instituto ProSex, da USP, relatou que 21% das mulheres com vida sexual ativa costumam sentir dor durante a relação. E isso independe da posição na hora transa, do formato da vagina ou de se usar ou não preservativo. Falar sobre isso, portanto, é muito importante, pois muitas sofrem caladas, agravando muitas vezes um quadro que, se fosso avaliado por um médico, poderia ser resolvido facilmente.”
A mulher pode sentir um leve incômodo, ardência ou a dor propriamente dita. Muitas vezes, a dor na relação pode ser responsável pela anorgasmia, que é a dificuldade ou total ausência de orgasmos durante o ato sexual. Vamos conhecer um pouco mais as possíveis causas da dispareunia.
Falta de lubrificação
Esse é o motivo mais comum para a mulher sentir dor na hora do sexo, em especial durante a penetração. Isso porque, quando a vagina não está lubrificada, existe um atrito que pode até machucar as paredes vaginais.
Existem diversas questões que afetam a lubrificação feminina. Entre eles, estão aspectos físicos, como a menopausa, em que o organismo perde a umidade natural ou outras características também ligadas ao corpo em si, como ter tido um parto há pouco tempo, estar amamentando ou quando a mulher está usando remédios que influenciam as taxas hormonais. As mulheres que tomam pílula anticoncepcional também sofrem com as variações dos hormônios e com uma vagina menos molhada.
No mais, existem também os problemas emocionais e a falta de excitação. Tudo isso pode ser resolvido com terapia, uma boa conversa com o parceiro (quando há intimidade na relação para isso) e com ginástica íntima. Ao conhecer o próprio corpo, a mulher saberá exatamente o que a excita, além de poder usar os exercícios vaginais e os movimentos do pompoarismo para auxiliar na lubrificação.
Problemas relacionados a doenças ou outros fatores físicos
Mulheres que estejam sofrendo de quaisquer problemas de saúde, como infecções ou tratamentos de doenças crônicas, como terapias rádio e quimioterápicas, podem sentir dor durante a relação sexual. Nesses casos, deve-se sempre contar com o auxílio médico e, acima de tudo, com a compreensão e bom senso do parceiro.
Além disso, há afecções e problemas na flora vaginal, que deixam toda a área da genitália dolorida. Também aqui é preciso tomar muito cuidado, principalmente para não gerar qualquer tipo de complicação. Outras vezes, a região está lesionada, seja por estar em um período pós-parto, pós-operatório ou, ainda, tenha ocorrido algum acidente.
Outras doenças, como endometriose, mioma, cistite, infecção urinária e demais problemas dessa região do corpo, envolvendo vagina, útero, ânus e proximidades, também são causas possíveis para a dor durante a relação. Além disso, é possível haver uma relação alérgica, seja ao preservativo ou qualquer outro produto utilizado na hora do sexo. Em todo e qualquer caso, relate o problema ao seu médico e tenha hábitos ou pratique exercícios que possam fortalecer a musculatura do assoalho pélvico.
Poucas preliminares
O casal que não investir nas preliminares, na maioria das vezes, vai se deparar com a mulher sentido dor durante a relação. Isso acontece porque a penetração será incômoda, causando ardência ou até dores muito fortes.
Sempre vale a pena conversar com seu parceiro para falar o que estimula mais o seu prazer nas preliminares. Afinal, é importante ter uma relação sexual saudável, em que ambos se sintam à vontade e possam desfrutar de momentos plenos no sexo. A falta de estímulos, que ocasionam uma vagina seca, pode causar dor! E o seu companheiro deve saber disso e aprender a melhorar essa fase importante que é a excitação. Sem contar que isso pode ser um tempero a mais para o seu relacionamento.
Outra forma de aumentar a excitação sexual é ter conhecimento e controle do próprio corpo. Mulheres que praticam o pompoarismo certamente ganham em mais lubrificação e, consequentemente, em não sentir dor durante a relação quando o motivo é a falta de preliminares. Os movimentos vaginais podem adiantar bastante o tempo para que a mulher esteja prontinha para o sexo, principalmente quando for o caso de uma rapidinha ou qualquer outra situação desse tipo.
Mas ressaltamos uma coisa: é tudo de bom ganhar maior intimidade e envolvimento por meio das carícias das preliminares. Nunca abra mão disso e do seu prazer! E converse com seu parceiro para vocês dois alcançarem juntos essa conquista um do outro.
Questões emocionais
Também há o caso de mulheres que apresentam traumas emocionais ou, ainda, falta equilíbrio psicológico para ter uma relação sexual saudável. Isso ocorre tanto com aquelas que sofreram graves abusos como também com as que têm vergonha ou medo de conversar com seus parceiros e médicos.
Quando você simplesmente “deixa para lá” essa dor que aparece de vez em quando na hora do sexo ou, ainda, não fala para ninguém que toda penetração é dolorosa ou ardida, apenas está alimentando uma bola de neve! É essencial que você descubra o que está acontecendo, conheça o seu corpo e busque o seu bem-estar, que envolve muito mais do que satisfazer o seu parceiro.
De acordo com os especialistas, o vaginismo é um problema mais comum em mulheres jovens e naquelas que apresentam história de abuso ou traumas sexuais. Em algumas, o quadro chega a ser tão severo que impede inclusive a realização de exames ginecológicos. Para quem sofre desse distúrbio, o tratamento deve ser individualizado, dependendo das causas do problema. Por isso, a orientação geral é procurar primeiramente o ginecologista.
Vaginismo
O vaginismo é a contração involuntária dos músculos vaginais, a ponto de não deixar o pênis ou qualquer outra coisa ultrapassar o início do canal, como o espéculo para exames ginecológicos. Em geral, isso ocorre por motivos físicos ou emocionais, principalmente entre as mulheres que sofreram abusos.
Para tratar o problema do vaginismo, é preciso procurar auxílio médico. A ginástica íntima também auxilia bastante, pois existirá um maior controle de toda a musculatura do assoalho pélvico, aumentando a qualidade da saúde sexual feminina.
O membro do seu parceiro é muito grande para você
Aqui devemos ressaltar que o tamanho do pênis pode influenciar, sim, a ocorrência de dor. No caso, o que pode existir é de ele ser grande demais para o seu comprimento. Quanto à largura, se a mulher estiver devidamente excitada e lubrificada, a vagina é preparada para ter elasticidade. Mas, quando o sexo é mais selvagem e o membro muito comprido, pode sim bater no colo do útero, causando uma leve cólica após a relação ou até mesmo lesionando.
Se isso ocorrer com frequência, busque conversar com seu parceiro para ele “pegar um pouco mais leve”. Se na hora do tesão isso não for possível, experimente colocar a mão na pelve do seu companheiro. Será um momento de acariciar, mas também de dar um pouco de limite à profundidade da penetração.
– O que fazer quando sentir dor durante o sexo?
Quando você estiver muito inchada também, com a bexiga cheia ou próxima do período da menstruação, o sexo também pode ser bem desconfortável. Então, aqui vale aquela ótima conversa com o parceiro e, quem sabe, fazer uma brincadeira mais leve, sem penetração, ou ter momentos de diversão juntos, que já podem fazer parte das preliminares, deixando seu corpo mais relaxado para não sentir dor no sexo.
O sexo na gravidez pode deixar algumas mulheres muito à vontade, mas a maioria tem uma relação sexual incômoda nesse período. Para se relacionar com seu parceiro, principalmente mais próximo à hora de ter o bebê, prefira posições mais confortáveis por conta do peso da barriga, como de lado.
Para baixa lubrificação ou qualquer problema relacionado à excitação, você pode fazer movimentos do pompoarismo, mesmo bem antes do ato sexual em si, já na hora do jantar, por exemplo. Também vale utilizar um lubrificante.
A ginástica íntima ajuda a minimizar o problema?
Com certeza, a ginástica íntima e os movimentos do pompoarismo auxiliam em diversos aspectos para minimizar problemas ligados à dor durante a relação sexual. Em primeiro lugar, a mulher conhece melhor seu corpo e seu prazer, potencializando as preliminares. Em segundo, com controle dos músculos vaginais, pode alargar o canal durante a penetração ou apertá-lo, aumentando a lubrificação.
Além disso, o autoconhecimento, a elevação da autoestima e todos as características psicológicas e emocionais são ganhos da prática do pompoarismo. Com isso, a mulher se sente mais segura de si, e eu mesma já vimos diversos casos de quem iniciou os exercícios e parou de sentir dores durante a relação.